eu quero o amargo, eu quero seco.
eu quero o azedo, o mal feito.
a solidão que a pedra carrega.
o tempo que o vento leva.
o vento que leva o tempo.
eu quero a dor, o desalento.
que seja a morte, que seja fria.
só não a quero,
vá embora, .
domingo, 5 de dezembro de 2010
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A alegria da tristeza.
ResponderExcluirA perfeição da imperfeição.
As vezes os contrários do contrário nos atraem.. não sei se esse seria o contexto, mas foi o que senti ao ler. Adorei o poema.
Saudade Luiza!
Bjoo
Vai embora não, fica ai! rs... Realmente vc escreve muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito bem! Bjs!
ResponderExcluirsó não a quero.
ResponderExcluirvá embora... apatia!
*Morrendo de saudade dos blogueiros.
esse final foi bem esclarecedor
ResponderExcluirtransformou um poema mórbido em romantico ^^
gostei.
Passei aqui lendo. Vim lhe desejar um Tempo agradável, Harmonioso e com Sabedoria. Nenhuma pessoa indicou-me ou chamou-me aqui. Gostei do que vi e li. Por isso, estou lhe convidando a visitar o meu blog. Muito Simplório por sinal. Mas, dinâmico e autêntico. E se possivel, seguirmos juntos por eles. Estarei lá, muito grato esperando por você. Um abraço e fique com DEUS.
ResponderExcluirhttp://josemariacostaescreveu.blogspot.com